17mar

Não há mais espaço no mercado para empresas que não se posicionam ou não atuam a favor de políticas mais inclusivas no trabalho, não acha? Por mais que diversas corporações já saibam disso, colocar esses conhecimentos em prática tende a ser desafiador — e é aí que entra a importância de criar um comitê de diversidade.

Estamos falando de um grupo de colaboradores que desempenha funções importantes para manutenção da pluralidade da empresa. Seu principal papel é acolher diferentes perfis sociais, culturais e comportamentais, que podem envolver origem étnica, gênero, idade, orientação sexual, capacidade física, entre outros.

Se esse assunto ainda parece confuso para você, não se preocupe. Esclareceremos as principais dúvidas sobre comitê de diversidade abaixo. Continue a leitura!

Afinal, o que é um comitê de diversidade?

Trata-se de um grupo, preferencialmente composto por membros de diferentes áreas da empresa, que tem como objetivo principal ajudar a tornar a cultura organizacional mais inclusiva.

Esse comitê se reúne regularmente para discutir pautas relevantes sobre inclusão e diversidade e pensar em soluções. A ideia é que o grupo seja um espaço de acolhimento e de escuta ativa, para que seja possível entender as necessidades de cada grupo e propor melhorias a partir disso.

Como um comitê de diversidade atua?

Até aqui, deu para entender que um comitê de diversidade tem o papel de tornar os espaços mais plurais, oferecendo acolhimento e aumentando o sentimento de pertencimento de seus funcionários ao local em que trabalham. Mas existem outras funções, veja:

Fomentar debates e discussões

O comitê é essencial para modificar a mentalidade da empresa. Essa mudança surge a partir de discussões importantes acerca das pautas da diversidade e inclusão. Tais conversas podem se dar de diversas formas, como reuniões, palestras e até treinamentos internos.

Propor ações e programas de diversidade e inclusão

Além de ouvir e debater, um comitê de diversidade tem a responsabilidade de pensar em ações práticas para melhorar a cultura organizacional. Ele deve, ainda, acompanhar o desenvolvimento e resultado das ações. Para isso, é preciso ter acesso a indicadores que mostram a satisfação das pessoas com a empresa e outros que ajudem no entendimento destes resultados.

Apoiar o trabalho do RH

Processos seletivos que acolham a diversidade e incentivem a participação de pessoas plurais são muito importantes para a saúde da empresa. Nesse sentido, o comitê de diversidade pode atuar em conjunto com o RH para a criação de processos seletivos mais inclusivos e imparciais.

Além disso, também pode atuar na valorização de talentos para grupos sub-representados na empresa, por meio de programas de mentoria e desenvolvimento de novas lideranças, por exemplo.  

Quais cuidados tomar na hora de definir um comitê?

Agora que já sabe o que é e como atua, é hora de entender como fomentar na prática. O primeiro passo é entender em que ponto a sua empresa está no quesito diversidade, qual é o contexto a ser trabalhado e quais são as metas que precisam ser alcançadas.

Depois, é importante garantir que o grupo confira representatividade, ou seja, conte com pessoas com cargos hierárquicos diferentes, assim como gênero, origem étnica, orientação sexual, faixas etárias e PCDs, por exemplo. Em seguida, é importante saber definir os objetivos do grupo e entender como acompanhar a sua evolução. 

No dia a dia, implementar as mudanças necessárias pode ser bem desafiador, principalmente se a empresa não conta com programa corporativo altamente estruturado. Mas é, sim, possível tornar os ambientes de trabalho mais inclusivos, ajustando processos já existentes. É isso que o curso “Diversidade pra Gente” ensina, através de linguagem simples e aulas diárias diretamente pelo celular.

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